segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Ani roze Lirot otach od peam.





Passar por Lima só porque está no caminho. Só para dar um beijo na Shir e levá-la para o cinema assistir um filme (é outra coisa boa das cidades grandes o fato de ser fácil encontrar um bom cinema).

O hostel desta vez é um focalizado para israelenses. Há algo interessante em estar em um lugar onde todos falam hebraico, e quando um desavisado israelense vem falar com alguém de outro país que por acaso se hospedou ali só resta a este último sorrir e tentar se comunicar em inglês ou espanhol- línguas que a maioria deles dominam apesar de serem bem diferentes do hebraico que eles usam originalmente.

Outra coisa evidente é o fato inegável que todos os israelenses que viajam, mesmo os que não se conhecem, fazem parte do mesmo grupo. É facilmente notável o poder gregário. As vezes chega um novo israelense e, após algumas palavras introdutórias, já está cozinhando junto dos outros ou fazendo alguma atividade em grupo. Não há muita necessidade de integração, todos já estão integrados.

A Shir segue para Huaraz, Roberto pega emprestado dois amigos dela e segue para as dunas de Ica.

Nenhum comentário: