Grandes shopping centers lembram o Robert de que Lima é uma cidade grande.
Alguns bairros sao muito pobres mas o bairro de Miraflores, onde o rapaz está hospedado, exibe uma certa opulência da aristocracia local
É um grande contraste sair da selva e entrar em uma loja enorme com todo tipo de TVs, DVDs, câmeras, Ipods, home theaters e outros lançamentos do momento.
Ao voltar ao hostel uma caminhada até o deck da praia de Miraflores. Algumas ondas pequenas e longas trazem a lembrança de quando se aproveitava o nascer do sol do Rio surfando ( ou tentando surfar). Ao redor de Lima estão algumas das melhores praias para o surfe no Peru, mas não nesta época.
Aqui neste deck Rob percebe que está sozinho pela primeira vez nesta viagem. Lembra como tentou ao máximo evitar estar sozinho, introspectivo, exceto pelos momentos das práticas diárias.
Ele lembra da intenção desta viagem, explicitada em um dos primeiros textos deste relato de viagem:
E o que se pode esperar do novo desconhecido a frente?
Não se espera uma aventura, apesar do prazer em cada novo passo.
Não é uma procura por reclusão, esta pode ser encontrada qualquer dia, em qualquer lugar.
Tampouco se deseja a introversão... pelos mesmos motivos.
Mas se pode desenvolver o carinho, então aí está algo a ser feito.
Se posso desenvolver a ternura, então eu devo.
Com os diversos tipos que conhecer.
Rostos, emoções, razões, árvores e pedras.
Não é uma busca por um caminho.
Afinal eu já tenho o meu.
É como uma chance única.
De firmar o que já se sabe.
De se pôr a prova ao múltiplo.
De cada vez entender a si próprio, mesmo quando o tempo ao meu redor mudar.
E estabelecer contato com aqueles,
de semelhante sintonia.
Mas se o momento este agora, que é vivido tão intensamente, o trouxe até aqui, então melhor fazer bom uso dele.
Recarregar as baterias, fazer práticas intensas, estudar o quanto as habilidades sociais evoluíram, e assimilar esses últimos meses intensos... meses que poderiam ter sido muito bem somente um intenso segundo.
Na verdade uma pessoa não se sente só quando está em sintonia com tantas outras. Mesmo que à distância.
A mente se esvazia e acalma. Os próximos projetos e trabalhos se revelam pouco a pouco.
Alguns bairros sao muito pobres mas o bairro de Miraflores, onde o rapaz está hospedado, exibe uma certa opulência da aristocracia local
É um grande contraste sair da selva e entrar em uma loja enorme com todo tipo de TVs, DVDs, câmeras, Ipods, home theaters e outros lançamentos do momento.
Ao voltar ao hostel uma caminhada até o deck da praia de Miraflores. Algumas ondas pequenas e longas trazem a lembrança de quando se aproveitava o nascer do sol do Rio surfando ( ou tentando surfar). Ao redor de Lima estão algumas das melhores praias para o surfe no Peru, mas não nesta época.
Aqui neste deck Rob percebe que está sozinho pela primeira vez nesta viagem. Lembra como tentou ao máximo evitar estar sozinho, introspectivo, exceto pelos momentos das práticas diárias.
Ele lembra da intenção desta viagem, explicitada em um dos primeiros textos deste relato de viagem:
E o que se pode esperar do novo desconhecido a frente?
Não se espera uma aventura, apesar do prazer em cada novo passo.
Não é uma procura por reclusão, esta pode ser encontrada qualquer dia, em qualquer lugar.
Tampouco se deseja a introversão... pelos mesmos motivos.
Mas se pode desenvolver o carinho, então aí está algo a ser feito.
Se posso desenvolver a ternura, então eu devo.
Com os diversos tipos que conhecer.
Rostos, emoções, razões, árvores e pedras.
Não é uma busca por um caminho.
Afinal eu já tenho o meu.
É como uma chance única.
De firmar o que já se sabe.
De se pôr a prova ao múltiplo.
De cada vez entender a si próprio, mesmo quando o tempo ao meu redor mudar.
E estabelecer contato com aqueles,
de semelhante sintonia.
Mas se o momento este agora, que é vivido tão intensamente, o trouxe até aqui, então melhor fazer bom uso dele.
Recarregar as baterias, fazer práticas intensas, estudar o quanto as habilidades sociais evoluíram, e assimilar esses últimos meses intensos... meses que poderiam ter sido muito bem somente um intenso segundo.
Na verdade uma pessoa não se sente só quando está em sintonia com tantas outras. Mesmo que à distância.
A mente se esvazia e acalma. Os próximos projetos e trabalhos se revelam pouco a pouco.
2 comentários:
LIMA E HORRIVEL
LIMA E HORRIVEL
Postar um comentário