A Alex reaparece e rouba a atenção dada ao por do sol. De suas mãos partem pedras que quicam sobre a água do Titicaca até afundarem.
A Alex e o Roberto são agora duas crianças crescidas que com sorrisos brincalhões moldam a realidade próxima como se fosse uma massinha. Sentem tranquilos também que a realidade como um Todo não pode ser mudada. Mas que a influência de uma pessoa que está conectada a este Todo pode ser sentida, a influência mesmo quando pequena pode ser notada.
A Alex revela seu caráter não-crente uma característica cada vez mais comum nos jovens de hoje em dia. Ela observa como a pedra inevitavelmente afunda na água após ser arremessada, desta forma a francesa descreve para si mesmo como serão seus próximos passos... de um modo bem pragmático, sem muitos rodeios.
Durante a noite a atenção volta para um saxofonista com barba longa, cultivada durante anos.Um solo longo e desconcertante provido do sax dourado. Todos no pequeno e confortável restaurante apreciam a atuação. Quanta intensidade, quanto sentimento. As veias saltam na testa e no pescoço do saxofonista enquanto sua face toma um tom rubro durante a conclusão do solo.O que segue são aplausos entusiasmados de um público privilegiado.
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