Em Sorata uma das principais opções para os visitantes é uma conhecida caverna conhecida como La Gruta de San Pedro.
Roberto, Alex e Audrey decidem ir visitá-la.
É um caminho mais ou menos longo, o mais recomendável é tomar carona com algum carro ou caminhão que passa pelo caminho.
Mas ao deslumbrar as montanhas incríveis ao redor fica claro que a melhor forma é mesmo a velha caminhada.
A Alex traz o seu MP3 player. Ela apresenta a sua música oferecendo ao Roberto algumas canções que acompanhariam o jovem por toda a viagem.
Serge Gainsbourgh, Nouvelle Vague, Noir Desir, Lebanese Underground são alguns dos compositores/ grupos cujas melodias iluminam a terra e o céu de Sorata.
Na entrada da caverna há uma bilheteria. Dá para ver que mesmo aqui onde não passa muita gente alguém já pensou na forma de ganhar um dinheiro extra.
Antes de entrar, enquanto todos aproveitam a linda selva do alto de uma pedra, resolve aparecer Albert, el Perro. Um cão de raça sem dono (isso é muito comum na Bolivia e no Peru) que vem se aproximando com olhos de "pidão".
As meninas se compadecem. Albert ganha alguns biscoitos de água e sal ( Pobre! Mas a julgar parece que ele comeria até pedras se lhe fossem dadas).
A entrada da caverna, um pouco estreita, logo revela um interior largo e amplo. Há umidade e eco.
Logo no início há um lago. Um senhor cobra pelo uso do barco pedalinho ( mais uma cobrança, esse passeio já está ficando caro). Após alguma hesitação se paga pelo transporte que levaria os 3 turistas ao outro lado da lagoa e da caverna.
Alex toma a dianteira e se mostra uma excelente condutora de pedalinhos.
O lago parece limpo mas como está escuro não se vê muito...
Ao chegar na outra margem o trajeto é novamente a pé. Pouco a pouco a caverna vai se revelando estreita e claustrofóbica lembrando as minas de Potosí.
Do lado de fora o ar puro e frio traz imediata renovação para aqueles que deixam a caverna.
E Albert, o cão sem dono já havia partido...
Roberto, Alex e Audrey decidem ir visitá-la.
É um caminho mais ou menos longo, o mais recomendável é tomar carona com algum carro ou caminhão que passa pelo caminho.
Mas ao deslumbrar as montanhas incríveis ao redor fica claro que a melhor forma é mesmo a velha caminhada.
A Alex traz o seu MP3 player. Ela apresenta a sua música oferecendo ao Roberto algumas canções que acompanhariam o jovem por toda a viagem.
Serge Gainsbourgh, Nouvelle Vague, Noir Desir, Lebanese Underground são alguns dos compositores/ grupos cujas melodias iluminam a terra e o céu de Sorata.
Na entrada da caverna há uma bilheteria. Dá para ver que mesmo aqui onde não passa muita gente alguém já pensou na forma de ganhar um dinheiro extra.
Antes de entrar, enquanto todos aproveitam a linda selva do alto de uma pedra, resolve aparecer Albert, el Perro. Um cão de raça sem dono (isso é muito comum na Bolivia e no Peru) que vem se aproximando com olhos de "pidão".
As meninas se compadecem. Albert ganha alguns biscoitos de água e sal ( Pobre! Mas a julgar parece que ele comeria até pedras se lhe fossem dadas).
A entrada da caverna, um pouco estreita, logo revela um interior largo e amplo. Há umidade e eco.
Logo no início há um lago. Um senhor cobra pelo uso do barco pedalinho ( mais uma cobrança, esse passeio já está ficando caro). Após alguma hesitação se paga pelo transporte que levaria os 3 turistas ao outro lado da lagoa e da caverna.
Alex toma a dianteira e se mostra uma excelente condutora de pedalinhos.
O lago parece limpo mas como está escuro não se vê muito...
Ao chegar na outra margem o trajeto é novamente a pé. Pouco a pouco a caverna vai se revelando estreita e claustrofóbica lembrando as minas de Potosí.
Do lado de fora o ar puro e frio traz imediata renovação para aqueles que deixam a caverna.
E Albert, o cão sem dono já havia partido...
Um comentário:
Porra cara!
Tua viagem está sensacional! Adorei as fotos e os vídeos, daria um livro hein! Espero que tudo flua como deve fluir. Tudo de bom meu amigo.
Abraços fortes (por trás),
LLK
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