Sucre, Bolivia.
Sucre foi uma ótima surpresa. O caminho de Santa Cruz até aqui já foi bem promissor com um
rio seco e uma pequena cordilheira que não se parecia com nada que eu havia visto até então.
Engraçado como apesar de estar viajando por conta própria eu nunca estive de fato sozinho em nenhum momento. O legal é que quando você vê uma pessoa de fora caminhando por aí você geralmente pode chegar e falar com esta pessoa como se ela fosse conhecida sua de toda a vida.
Assim, eu tomei café da manhã com um pessoal da Holanda e Austrália, almocei com uma menina da Alemanha que conheci na praça e encontrei novos viajantes pela noite...
Aqui em Sucre, após alguns sufocos iniciais na fronteira com o Brasil e em Santa Cruz eu finalmente me sentia na Boliva.
A arquitetura colonial, o povo hospitaleiro... gostei de tudo nesta cidade.
Me disseram que Sucre era bonitinha mas não valia a pena ficar muito tempo, realmente a cidade é pequena mas vale uma estadia de dois dias.
Vim dormindo no ônibus e deixei as malas na rodoviária já que pela noite eu iria para Potosí.
Em algumas horas conheci bem o centro da cidade e fui caminhando até o Mirador pela calle San Alberto.
Foram os melhores momentos da viagem até então. Nada de realmente excepcional mas fiquei lá em cima com uma vista privilegiada da cidade enquanto olhava os jovens jogando bola na praça. Eu sentia um pouquinho os efeitos da altitude e fazia exercícios respiratórios para compensar.
Algumas jovenzinhas que estudavam me olhavam com curiosidade, com alguma
timidez se aproximaram e puxaram conversa. Foram elas que me ensinaram como dizer " Como se chama?" em Quecha, língua dos povos nativos que muitos ainda falam por aqui.
As chôlas também estavam por toda parte com os tecidos coloridos envolvendo o corpo, com a expressão distante e algumas com um bebê nas costas.
Foram horas muito agradáveis com um friozinho que não chegava a incomodar mas logo chegou o final da tarde e era hora de ir para Potosí.
Sucre foi uma ótima surpresa. O caminho de Santa Cruz até aqui já foi bem promissor com um
Engraçado como apesar de estar viajando por conta própria eu nunca estive de fato sozinho em nenhum momento. O legal é que quando você vê uma pessoa de fora caminhando por aí você geralmente pode chegar e falar com esta pessoa como se ela fosse conhecida sua de toda a vida.
Assim, eu tomei café da manhã com um pessoal da Holanda e Austrália, almocei com uma menina da Alemanha que conheci na praça e encontrei novos viajantes pela noite...
Aqui em Sucre, após alguns sufocos iniciais na fronteira com o Brasil e em Santa Cruz eu finalmente me sentia na Boliva.
A arquitetura colonial, o povo hospitaleiro... gostei de tudo nesta cidade.
Me disseram que Sucre era bonitinha mas não valia a pena ficar muito tempo, realmente a cidade é pequena mas vale uma estadia de dois dias.
Vim dormindo no ônibus e deixei as malas na rodoviária já que pela noite eu iria para Potosí.
Em algumas horas conheci bem o centro da cidade e fui caminhando até o Mirador pela calle San Alberto.
Foram os melhores momentos da viagem até então. Nada de realmente excepcional mas fiquei lá em cima com uma vista privilegiada da cidade enquanto olhava os jovens jogando bola na praça. Eu sentia um pouquinho os efeitos da altitude e fazia exercícios respiratórios para compensar.
Algumas jovenzinhas que estudavam me olhavam com curiosidade, com alguma
As chôlas também estavam por toda parte com os tecidos coloridos envolvendo o corpo, com a expressão distante e algumas com um bebê nas costas.
Foram horas muito agradáveis com um friozinho que não chegava a incomodar mas logo chegou o final da tarde e era hora de ir para Potosí.
3 comentários:
OK...
Flavinho
porque carajo dejaste de escribir?!
Boa. Nao para de mandar nao. E se puder, fale um pouco mais das jovensinhas.
Abraceta.
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