quinta-feira, 16 de agosto de 2007


Cruzando a fronteira.

De Cáceres peguei o ônibus que partia cinco da manhã. Ainda bem que acordei sozinho 4:40 porque eu havia pedido para o vigia me acordar 4:30 e ele simplesmente se esqueceu.
Agora sim eu iria finalmente estar na Bolívia, o primeiro destino internacional.
Cheguei cedo ainda em San Mathias. As primeiras bandeiras foram avistadas enquanto eu era encaminhado a uma casa do exército onde eles carimbaram meu passaporte.
Foi um dia pouco comum, era feriado nacional na Bolívia. Eu ainda estava sonolento quando vi uma tropa grande do exército desfilando nas ruas de terra da cidade. Fiquei algumas horas ali, vendo as crianças bolivianas de uma escola local brincarem até chegar o ônibus para Santa Cruz.

...

Até então só tinha travado contato com brasileiros, mesmo em San Mathias. Depois de percorrer a estrada em um percurso mais longo ao som de pagodinho brasileiro de quinta categoria cheguei em Santa Cruz e conheci alguns bolivianos na rodoviária.
A cidade à primeira vista era bem mais urbana-caótica. Fui para um alojamento no centro da cidade mas não me sentia seguro de deixar a mochila nem mesmo no meu quarto.
Comprei uma passagem para Sucre e ao embarcar conheci três brasileiros, Dois de BH e uma de Sampa. Conversamos um pouco no caminho mas eles seguiram viagem com destino a Potosí. Eu iria parar em Sucre antes.

Levei um caderno para fazer anotações mas ele ficou na mochila. Me acostumei a escrever em folhas de guardanapo...

Um comentário:

Anônimo disse...

hum....

Flavinho