terça-feira, 17 de julho de 2007

Um jovem que caminhava.
Em algum lugar suas memórias desvaneciam.
O que sobrava era o este atual.
Seu poder havia sido ampliado
Mas ainda estava longe do seu potencial máximo
- o infinito.

E ao olhar para o caminho à sua frente
As paisagens se confundiam
As vezes planícies sem fim
Eram montanhas e cordilheiras
da mais alta estatura.
As vezes lagos calmos e serenos
eram cachoeiras impetuosas.

Sempre era momento de plantar
Aquilo que realmente importava cultivar
Um sorriso ao rosto de sincera espontaneidade
de ser pego de surpresa por uma brisa fria
brincalhona brisa...

O sol nutre de energia
A maça que será apreciada com deleite.
E esta felicidade será compartilhada
Invariavelmente
Entre pequenas casinhas de um vilarejo

E quando um amante supera o amor
Pelos olhos da sua amada
Tudo o que resta é compartilhar a escolha conquistada.

Neste momento o faz com a oferta da saborosa maçã
Neste pequeno vilarejo
Próximo ao vulcão
Ou nas grandes metrópoles
Que estão no seu caminho.

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Ao se relacionar
Com velhos, crianças e adultos
com o olhar de profunda inspiração
Dela
Se faz necessário não baixar
Afinal não estava acima de nada ou de ninguém
Porém ao mirar a formiga
Não deixa de ver ao mesmo tempo a mais longínqua estrela.
Quando um sorriso despretensioso
Esconde dos outros um poder.

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